biografia


Natural de Catuípe (RS), mora em Campo Grande (MS) desde 1980; é calígrafa, poeta e colunista; em 2013 publicou seu primeiro livro ‘Asas de Jiz’ através do FIC/FCMS; participou da 1ª Mostra Tuiteratura no Brasil; possui uma página no 'Recanto das Letras'; recentemente foi presenteada com uma página em 'Poesia dos Brasis' e com a adição do seu nome nas listas 'Poetas do Rio Grande do Sul' e 'Poetas do Mato Grosso do Sul' no portal de 'Poesia Ibero-Americana Antonio Miranda’; em 16/09/2014 foi homenageada pelo Grupo Casa – coletivo de artistas, juntamente com o poeta Múcio Scévola Lopes Teixeira, no 5º Caldos & Poesias, casa de cultura Nildes Tristão Prieto; em 22/10/2014 participou do XII Recital de Poesias  do curso Arte de dizer Castro Alves da poeta/escritora Elizabeth Fonseca (Campo Grande-MS); é filiada à União Brasileira dos Escritores de Mato Grosso do Sul - UBE/MS.


“Janet Zimmermann veio de longe para aqui pousar e estabelecer suas palavras de poesia indiscutível. Veio num voo interminável distribuindo erudição em queda de plumas. Sua poesia canta e acrescenta aos quatro cantos da natureza pantaneira de Manoel de Barros, nosso grande poeta brasileiro. Impossível ler boa poesia sem lembrar de Manoel. Janet faz pensar em nosso tamanho literário e nos orgulha a cada verso lido, sentido, consumido. Sua poesia é voo preso na linha às coisas da terra. Voo sonoro, repica no peito de quem lê. São muitos anos do exercício poético e requinte. Salve seu pouso nesta obra antológica inesquecível.”
Humberto Espíndola - Artista Plástico de MS

 “Ler os poemas de Janet Zimmermann é desamarrotar as asas... enlaçar as tuas às Asas de Jiz, desvendo o mundo como diria também seu Mestre, Manoel de Barros, para navegar no tapete mágico rasante rumo à linha do horizonte, da natureza na sua crueza bela, na sua concretude etérea, na sua singeleza lapidada, no amalgamado de matérias e sentidos que nos fazem a todos, corpos e almas, poros e mentes, pele e asas, sim, asas, asas de romper fronteiras engrossadas pelo tempo e permitirem a chegada amena, doce, ao pouso leve de nossas criações, criaturas indeléveis afeitas à beleza. Lindos poemas, são alimento, são água de banhar e benzer, são vento de flanar e são terra de brotar."
Giselle Zamboni - Advogada e Promotora Cultural, Curadora da 1ª Mostra #Tuiteratura no Brasil

 “A obra "Asas de Jiz" de Janet Zimmermann, como um todo, é pura poesia. É uma arte similar à seiva de alfazema perfumada, sobre o que de fato faz falta em nossa jornada pela vida. A proposta de Janet é levar cada coração humano a um estado de graça e encantamento.”
Cristiana Carneiro - Diretora Executiva do Grupo de Comunicação Horizonte MS

                “A simplicidade é a consequência natural da elevação dos sentimentos”, garantiu o escritor/filósofo francês Jean d’Alembert. Nesta linha clarividente, Janet Izabel Zimmermann evidencia a sua arte, desburocratizando a linguagem nos campos semânticos da limpidez e da objetividade, plenificando suas ideias e descobrindo os serenos caminhos para alcançar a beleza na tessitura de rebentos da suprarrealidade.  A poesia de Jiz pulsa sempre renovada, leve como uma ave, vibrante e original como uma rosa – gravitando na preexcelsa seara do sublime, possui compromisso permanente com os desígnios da essência e as dádivas da primazia, por isto, abre asas, voa e nos faz voar... “
Parágrafo final do prefácio de Rubenio Marcelo - membro e secretário-geral da Academia Sul-Mato-Grossense de Letras – para ‘Asas de Jiz’.

AS POTENTES ASAS DE JIZ

Asas de céus... Oh asas instigadas
que brotam quais gorjeios, penas, galhos...
Fazem das vastidões seus agasalhos
e timbram no azul sendas douradas...

Asas de ‘infinitezas’ delicadas
que flertam com as gotículas de orvalhos,
tecendo dos enlevos os atalhos
em paz com a primazia das jornadas.

Asas que inventam ventos, geram seivas,
avearvorizações... paisagens, leivas
por onde brinca o pégaso feliz...

Asas que são vitais |fecundas gemas|
são asas-leves-pássaros-poemas...
Asas transcendentais... Asas de JIZ!


® Rubenio Marcelo

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